O que Taguatinga compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Taguatinga compraram US$ 9.400 de outros países.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 21 cidades de Tocantins que importaram, Taguatinga ficou em 17º lugar. No Brasil, em 2.341º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (3)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Bulldozers, angledozers, niveladoras, raspo-transportadoras…5,9 toneladasUS$ 9.34399%
- 2Centrifugadores, incluídos os secadores centrífugos…0 toneladasUS$ 330,4%
- 3Juntas metaloplásticas; jogos ou sortidos de juntas de composições…0 toneladasUS$ 240,3%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 9.400100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Taguatinga
Quanto Taguatinga importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Taguatinga (TO) compraram US$ 9.400 de outros países: 3 produtos, de 1 país.
O que Taguatinga mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Bulldozers, angledozers, niveladoras, raspo-transportadoras… (99%), Centrifugadores, incluídos os secadores centrífugos… (0,4%), Juntas metaloplásticas; jogos ou sortidos de juntas de composições… (0,3%).
De quais países Taguatinga mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.